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No dia 27 de dezembro, o grupo hacker conhecido como Dev-Team liberou o software responsável pelo Jailbreak do iOS 5.0.1, o Redsn0w, uma ferramenta muito aguardada pelos usuários do iPad, iPhone e iPod Touch.
Com esta nova versão, o Redsn0w traz o Jailbreak untethered (completo) do sistema operacional móvel da Apple, depois de um longo período com versões que faziam apenas desbloqueio parcial, também chamado de tethered.
Nesta modalidade, ao desligar o aparelho, o dono do iGadget perdia o desbloqueio.

Conceito
Nesse tutorial do TechTudo será mostrado como fazer o processo de liberação dos gadgets da Apple. Antes disso, é preciso entender o que é o Jailbreak e as questões envolvidas no seu uso.
O Jailbreak (“fugir da prisão”, em tradução simples) é um processo onde o dono de um aparelho da Apple (iPad, iPhone e iPod Touch) quebra o bloqueio imposto pela fabricante, abrindo caminho para a possibilidade de instalar programas vindos de outras fontes além da loja de aplicativos da Apple (App Store), trazendo novas funções, modificações e personalizações ao seu aparelho.
Histórico
O que motivou a criação do Jailbreak foi a carência de programas para o primeiro iPhone. Nessa versão o aparelho vinha com apenas 16 aplicativos, e o iPod touch vinha com apenas 12. Não existia nenhuma forma de se instalar aplicativos, nem pela Apple, nem por meios alternativos. A única opção que havia eram algumas páginas de internet formatadas para parecem aplicativos para iPhone, chamadas pela Apple de “Webapps”. Ela esperava que isso fosse suficiente, mas não foi. Continuar a Ler Jailbreak do iOS 5: como desbloquear seu iPhone »
Ótima materia, eu recomendo…
Márcio Jordano
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Poucas empresas podem dizer que ajudaram a moldar o mundo com tanta propriedade quanto a Microsoft. Com 36 anos de existência, ela embute seu sistema operacional em nove de cada dez computadores vendidos no mundo. À esteira desse sucesso, domina os principais softwares para PCs: Excel, PowerPoint, Internet Explorer, Word, Outlook. Trata-se de um virtual monopólio, cuja consequência é um valor de mercado de US$ 227 bilhões, com receita anual de US$ 70 bilhões e a maior taxa de dividendos do mundo da tecnologia, 2,36% por ação. Não à toa, seu fundador, Bill Gates, é o americano mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 59 bilhões.
Com tudo isso, a Microsoft perdeu o hype. Ficou para trás, na última década, nas principais tendências do século 21 – as buscas na internet (domínio do Google), as redes sociais (terreno de Facebook e Twitter), o comércio eletrônico (cujo campeão é a Amazon) e as plataformas móveis (território primeiro da Nokia e da RIM, tomado há alguns anos pela Apple). A percepção de que a Microsoft é uma empresa cheia de presente, mas com futuro duvidoso, torna suas ações incomodamente estáveis, num mercado (o tecnológico) em franca expansão. Chega a tal ponto o desdém pela Microsoft que a edição de novembro da revista Fast Company, especializada em negócios e inovação, lançou quatro capas diferentes, cada uma com um vencedor da “Grande Guerra da Tecnologia” – Apple, Facebook, Google e Amazon.
Alto lá, analistas e videntes.
Há algumas fortes razões para não descartar a Microsoft dessa guerra pelo futuro.
A primeira: a Microsoft tem dinheiro. Muito dinheiro. São US$ 50 bilhões em caixa. A qualquer momento ela pode comprar um atalho para a próxima grande tendência.
A segunda: esse atalho já pode ter sido encontrado. A Microsoft soube surpreender no extremamente competitivo mercado de games, lotado de inovações. O Kinect, lançado em 2010, representou uma revolução.
A terceira: o Kinect não impulsiona apenas uma divisão de entretenimento que cresce estrondosos 60% ao ano. Ele representa a infância de uma nova interface entre homens e máquinas. É um sistema que pode contaminar tudo o que fazemos.
Quer mais futuro que isso?
Por trás desse futuro está uma das mentes mais brilhantes do mundo da tecnologia atual, o brasileiro Alex Kipman. A seguir, a história do seu sucesso – e, mais importante, dos seus planos. Continuar a Ler Tchau, PC »
Quer saber por que uma pessoa pode te adicionar no Facebook (ou excluí-lo de sua lista de amizades)? Pois bem, basta dar uma olhada nos resultados de uma pesquisa feita pelo NM Incite, que explica os principais motivos que fazem um usuário começar ou terminar uma amizade na maior rede social do mundo.

A principal razão para se adicionar alguém não deve ser uma novidade para quem utiliza a plataforma: conhecer esta pessoa na vida real, com 82% das respostas. Porém, há um detalhe curioso: a paquera vale mais do que o contato profissional em uma rede de relacionamentos. Continuar a Ler Pesquisa mostra principais motivos para se adicionar (ou não) um usuário no Facebook »
O Facebook está de mudança. Seu escritório principal acaba de ser transferido para um novo local. Ele fica em Menlo Park, uma cidade localizada no estado norte-americano da Califórnia, no Condado de San Mateo. São 57 acres (cerca de 0,2 Km²) que abriga cerca de 2 mil empregados, apesar de ter uma capacidade de acolher algo próximo a 9 mil trabalhadores. Coisa que não duvidamos que aconteça em um futuro próximo, já que o Facebook não para de crescer.

A propriedade, que antes era da Sun Microsystems, foi adquirida no início de 2011 e sofreu algumas modificações de estilo pelo Facebook. Basicamente, aprimoramentos que servem para aumentar a criatividade e produção de seus funcionários. Continuar a Ler Conheça o novo campus do Facebook »