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Uma equipe de pesquisadores da Disney criou um sistema capaz de identificar toques e movimentos em qualquer superfície, tal como funciona com os smartphones convencionais. Apelidado de “Touché”, a tecnologia poderá ser usada, por exemplo, para criar maçanetas inteligentes, que conseguem reconhecer quando alguém a tocar, agarrando ou apertando; ou em cadeiras que desligam as luzes da sala enquanto você estiver se levantando.

No smartphone, a tecnologia de reconhecimento ao toque funciona através do acoplamento do sistema capacitivo: a superfície da tela é revestida com um condutor transparente que transporta um sinal elétrico ao local encostado pelo seu dedo. O telefone monitoriza a mudança desses sinais, e dessa forma consegue determinar onde ocorre o toque. Continuar a Ler Tecnologia da Disney reconhece e processa toques em qualquer objeto »
Um menino de apenas seis anos, morador de Bangladesh, tem sido chamado de “novo gênio” da computação mundial. Wasik Farhan-Roopkotha espera ser reconhecido pela Microsoft e pelo Guinness como o mais jovem especialista de informática do planeta.
Aos três anos, o menino já digitava textos no Microsoft Word e hoje é reconhecido como especialista em games como Modern Warfare e Metal Gear. Segundo a mãe, Cynthia Farhan-Risha, Wasik sempre foi diferenciado. “O Wasik sempre brincou com jogos complicados e começou a instalá-los quando tinha dois ou três anos. Se investirem no meu filho, acredito que ele tem tudo para desenvolver bastante as suas habilidades”, contou em entrevista ao canal BBC.

Wasik Farhan-Roopkotha (Foto: Reprodução) Continuar a Ler Menino de seis anos pode ser o mais novo ‘expert’ em computadores »
Definitivamente não é a primeira case para iPad a oferecer um design desses, mas essa até que ficou superbonitinha e acaba transformando a tablet numa espécie de “MacBook Pro mini” — veja só:

A “NoteBookCase for iPad 2”, como é chamada, conecta-se à tablet via Bluetooth para o teclado (que conta com uma bateria interna de potência não-divulgada) e pode usar ainda um conector de 30 pinos para adicionar portas USB e Mini-USB laterais.
Confira mais algumas fotos:
Continuar a Ler Case com teclado transforma o iPad numa espécie de “MacBook Pro mini” »
Um estudo sobre o mercado de TI mostra uma queda na ilegalidade de aparelhos de informática no ano de 2011. Os notebooks tiveram uma queda de 23% para 5%. Já os tablets subiram de 5% para 27%.
Outros itens como projetores caíram de 48% para 8% e os produtos de redes e componentes caíram de 5% para 2% e 12% para 4%, respectivamente. Ainda de acordo com a pesquisa, 90% dos produtos passam pelo Paraguai antes de entrar no Brasil.
“Dentro da área de eletrônicos, a preferência tem sido por smartphones, tablets e console de games, que tende a reduzir com a produção local”, afirma em nota Mariano Gordinho, presidente da Abradisti.
O faturamento do mercado de distribuição de TI em 2011 cresceu 7,6% em relação ao período anterior. O valor de impostos atinge 1,1 bilhão de reais com uma média de 340 mil notas fiscais mensais emitidas pelos distribuidores de TI, se mantida a previsão de faturamento em 2011.
Os dados fazem parte da 2ª Pesquisa do Setor, Salarial e Censo de Revendas da Abradisti (Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação).


Em seus 14 anos de existência, o Google conquistou a reputação de empresa dinâmica e inovadora. Mas James Whittaker, ex-diretor de desenvolvimento do Google, diz que o fracasso das suas múltiplas tentativas de enfrentar o Facebook na área de redes sociais deixou a empresa sem rumo e está matando a inovação nela.
Whittaker demitiu-se do Google há cerca de um mês para voltar a trabalhar na Microsoft, onde já esteve antes. Ele publicou um longo texto em seu blog, na última terça-feira, com o título “Por que deixei o Google”. Nele, o engenheiro e executivo critica duramente seu ex-empregador.
Whittaker elogia o ex-CEO Eric Schmidt que, segundo ele, sempre estimulou a inovação. De fato, trabalhar no Google costumava ser um sonho para engenheiros e programadores ambiciosos (e, para muitos, ainda é). Todos podiam dedicar 20% do seu tempo a projetos pessoais. Novas ideias eram premiadas e havia amplo acesso a ferramentas para o desenvolvimento dos projetos.
Tudo isso, é claro, era pago pela enorme receita com anúncios na web do Google. Mas a publicidade, diz Whitaker, não era o foco do trabalho dos engenheiros. Agora é, afirma ele. “O Google pelo qual me apaixonei era uma empresa de tecnologia que dava poder a seus empregados para que inovassem. O Google que deixei era uma empresa de publicidade com uma visão corporativa estreita”, escreve ele. Continuar a Ler Facebook deixou Google perdido, diz ex-funcionário »